Thiago Braggion e Sandro Modas denunciam acúmulo de lixo em Capivari e cobram ações do Executivo
A Câmara Municipal de Capivari intensificou a fiscalização sobre o acúmulo de lixo em diversos pontos da cidade, após denúncias apresentadas pelos vereadores Thiago Braggion (PP) e Sandro Modas (PP). De acordo com os parlamentares, os problemas identificados incluem descarte irregular devido à ausência de projetos permanentes de conscientização ambiental, falta de lixeiras em vias e espaços públicos, falhas na fiscalização por parte do Executivo e coleta inadequada em alguns locais.
Durante as fiscalizações, os vereadores destacaram que o descarte irregular tem se tornado frequente em diferentes bairros, exigindo medidas urgentes por parte da administração municipal. Além disso, em diversos pontos, o lixo acaba sendo acumulado de forma irregular pelos próprios profissionais da coleta, o que facilita que cães e gatos rasguem as embalagens, espalhando resíduos pelas ruas.
“São diversos locais da nossa cidade que vêm sofrendo frequentemente com situações críticas relacionadas ao tratamento adequado do lixo. Eu e o vereador Sandro Modas temos fiscalizado e encaminhado essas situações ao Executivo. O descarte irregular de lixo é um problema sério em Capivari, pois além de causar danos ao meio ambiente, afeta diretamente a saúde e a qualidade de vida da população”, afirmou o vereador Thiago Braggion (PP).
O parlamentar também informou que protocolou requerimento solicitando o contrato da coleta de lixo do município, com o objetivo de verificar se todas as cláusulas estão sendo devidamente cumpridas. “Precisamos de ações imediatas para regularizar essa situação”, completou.
Para Sandro, o problema vai além da questão do lixo e reflete um cenário mais amplo de falta de manutenção dos espaços públicos. “Não estamos falando apenas de lixo acumulado. Em muitos bairros, encontramos praças, parques infantis e áreas de lazer, sem qualquer manutenção básica. É um descaso total do Executivo com os espaços que deveriam ser preservados para a população”, afirmou.
Sandro também ressaltou que a ausência de ações preventivas e educativas contribui para o agravamento do problema. “Sem conscientização, sem fiscalização e sem manutenção, a cidade acaba pagando a conta. A Câmara tem cumprido seu papel de fiscalizar e cobrar, mas é preciso que o Executivo atue de forma efetiva. O que estamos vendo são pessoas, inclusive crianças, em contato direto com a sujeira, os insetos e as doenças que podem ser transmitidas nesses locais abandonados pela prefeitura”, concluiu.
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